sábado, 13 de abril de 2013
Ah, o amor (Lucas Rochas §iquilho)
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Ironia (Lucas Rochas §iquilho)
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
O fingidor(Lucas Rochas §iquilho)
Posso parecer sensível,
Um poeta sofredor.
Fingir ou não,
É algo congnitivo.
Como Pessoa, sou apenas um ator,
E também sinto dor...
Faço o que me deixa feliz,
E não sofro por amor.
Simplesmente sigo meu caminho,
E levo minha vida acreditando em meus ideais,
Sem guardar os momentos ruins.
Vivo o presente, não penso no fim.
Encaro de frente a dura realidade,
E sigo sempre dando o melhor de mim.
Aquele "nós" que outrora transmitia felicidade,
Seja como for,
Tornou-se antônimo do nosso famigerado amor.
Finalizado em 30/12/2012 às 23:57
domingo, 9 de dezembro de 2012
Idas e vindas(Lucas Rochas §iquilho)
domingo, 2 de dezembro de 2012
Boomerangue[Lucas Rochas Siquilho]
Às vezes o que era pra ser,
Já não é mais.
E tudo que você sente
Não te satisfaz.
Às vezes procuro palavras,
Motivos, explicação.
Mas não passa de tempo perdido,
Me diz, qual é a razão?
Sei que errei, admito.
Não lhe dei todo carinho,
Não cumpri o prometido.
Tentei ao máximo ser sério,
Apenas tentei.
Busquei ser sincero como nunca havia sido
E mais uma vez, não consegui.
Como me redimir?
Com quem me aconselhar?
Como um boomerangue,
Lançar-te-ei estas palavras aos céus.
Sei que não será suficiente,
Mas pacientemente aguardarei,
Pois sei que outrora este boomerangue há de voltar,
Trazendo consigo o teu perdão, o teu sorriso.
Fazendo meu coração se acalmar.
Provando que nunca agi querendo te magoar.
[Feito em: 18/08/2010]
[Horário: 13h18min]
Este texto foi feito em homenagem à Edi Mendes.
Cheiros.
fuiz
Como um beija-flor(Lucas Rochas §iquilho)
Se isto for possível.
Inocente como um beija-flor,
Imoral e imprevisível.
Que me faça feliz,
Por um instante ou uma vida.
E que eu possa sentir,
No teu sorriso a minha moradia.
Eu só quero dizer, recitar ou declamar.
Eu quero estar acompanhado,
E não apenas estar a acompanhar.
Eu só quero viver,
Mostrar tudo o que sinto.
Eu quero acreditar,
Viver feliz sem fingir que tudo está lindo.
O amor é como uma rosa,
Extremamente linda e perigosa.
Estar disposto a amar,
É estar disposto a poder se machucar.
Um pouquinho de amor,
Se isto for possível.
Inocente como um beija-flor,
Imoral e imprevisível.
Finalizado em: 02/12/2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Além do que possa imaginar (Lucas Rochas §iquilho)
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Em um só corpo (Lucas Rochas §iquilho)
Que o pronome eu deixou de existir,
E que não consigo mais conjugar verbos na primeira pessoa do singular.
Foi quando enxuguei uma lágrima que escorria do teu rosto que pude reparar
Que nada mais pode mudar
E eu simplesmente me tornei um pedaço a te complementar.
Por que conjugar eu choro,
Se na verdade nós choramos
Por que dizer que amo,
Se na verdade nos amamos?
Por que dizer que serei feliz,
Se o certo é seremos felizes?
De nada vale não acreditar,
Pois Infelizmente às vezes é preciso sofrer,
Mas é caindo que se pode levantar.
Este jogo se chama vida,
E de cabeça erguida estaremos,
Enfrentando a tudo e a todos,
Unidos e fortes, sem medo de ser feliz.
Caindo, levantando e aprendendo com a vida.
Cicatrizando as feridas, te darei a minha mão;
Em um só corpo, farei teu sorriso renascer do desgosto,
E Levanta-la-ei, mostrando o melhor caminho,
Dando-lhes o meu amor, unindo as nossas vidas.
Feito em: 29/09/2011 às 19h52min
sábado, 24 de setembro de 2011
Bem-querer.(Lucas Rochas §iquilho)
Luto todos os dias,
E não consigo entender
O porquê de se trancastes assim.
De não querer o meu bem-querer,
Por renegar diariamente o que sentes por mim.
Sem pudor, perdi o medo de me entregar,
Esforçando-me sempre para te dar todo meu amor,
E ao mesmo tempo descobrindo o quão é difícil amar.
Porque simplesmente não ouve o seu coração e se entrega?
Porque não dar um pontapé na razão e vive este sentimento que impera?
Se o amor é louco,
Que me tranquem em um hospício.
Se o amor é fogo,
Serei a pólvora, ou o combustível.
Se o amor é o medo de viver,
Eu serei a luta, o sacrifício.
Se o amor é a tristeza,
Eu serei sempre a felicidade que irradia e contamina.
Se o amor é apenas um giz,
Eu serei artista, o escritor,
E com o pouco que tenho propagarei tal sentimento:
Contra tudo e contra todos;
Sem temer tudo o que sinto,
À revelia, ou a contragosto.
Pois o meu desejo é simples:
Quero apenas te amar!
És o meu sol,
me aquece, me ilumina.
E como um girassol, te seguirei
Pois me fascina.
Meu bem-querer.
[Feito em 22/09/2011 às 14:44)
sábado, 23 de abril de 2011
No Balanço do mar (Lucas Rochas §iquilho)
Não tinha como ser diferente
Eu remava só,
Nadava contra a corrente.
Sem direção, não sabia onde chegar.
E o meu coração era a bussola a me guiar.
Não tenho pressa, meu bem.
Eu deixo as ondas me levar
Enquanto a vida vai e vem,
Eu sigo o balanço do mar.
Não tenho pressa, meu bem.
Eu sei minha hora chegará.
Mas enquanto ela não vem,
As ondas podem me levar...
Pra me distrair,
E me fazer feliz.
Já Não espero mais nada,
Além do que possa imaginar...
Não invento nada, meu bem,
Simplesmente deixo a vida me levar.
Criação: março/abril 2011
sábado, 16 de outubro de 2010
Vetores [Lucas Rochas Siquilho]
Não consigo entender o porquê,
De não conseguir corresponder a sua vontade.
Acaba sendo involuntário,
E chega a ser redundante dizer
O quanto me esforcei da minha maneira,
Mas nunca consegui te agradar.
Faltam-se as palavras,
Despetalam-se os argumentos.
Lembro que diziam que os opostos se atraiam.
Só não me avisaram que as diferenças apareciam,
Se sobressaiam.
Como vetores opostos,
Que acabam por se anular.
Difícil perceber que sou assim?
Quando perceberá que o mesmo sol que te aquece
Às vezes se põe a me esfriar?
E aquele medo, que outrora me afligia,
Simplesmente passou a me fazer sonhar.
Andamos juntos,
Mas nunca na mesma direção.
As vias eram opostas,
Estávamos na contramão.
Foi quando colidimos de frente,
E o amor, inusitadamente tornou-se um acidente.
Simplesmente a me machucar.
Assim, acabei percebendo que tínhamos como seguir em frente.
Pegando a bifurcação:
Cada um seguindo o teu caminho.
Cada qual em sua direção.
[Feito em: 14/10/2010]
sábado, 2 de outubro de 2010
Mudanças (Lucas Rochas Siquilho)
As pessoas mudam,
Pode até não parecer.
As pessoas evoluem,
É assim que deve ser.
A idade chega para todos.
O tempo voa,
As aparências mudam,
O espelho se torna um estranho.
E você, um ser diferente.
As dúvidas mudam,
Mas não deixam de existir.
O mundo se torna diferente,
Tão quanto sua forma de agir,
Pensar e se expressar.
Os sonhos se transformam,
À medida que teus desejos
Colidem diretamente com as angústias
E a necessidade de se consolidar
Como um ser maduro.
Nada mais é brincadeira,
Muito menos fantasia.
A realidade é severa,
Não existe anestesia.
E a felicidade, onde encontrar?
Como preencher o vazio
Que toma o peito?
Mudanças e mutações.
Constâncias e inconstâncias.
Certezas e incertezas.
[Feito em: 05/09/2010]
domingo, 26 de setembro de 2010
Verão [Lucas Rochas §iquilho]
Como posso fazer o tempo passar
E ainda assim, acreditar.
Como posso atingir a conexão,
Alma, corpo, mente e coração.
Numa só estação...
Verão...
Numa só estação...
Verão...
Verão o que posso fazer daqui pra frente,
Conquistar o mundo,
Ser diferente.
Verão que o calor ainda não acabou,
Ainda está presente em nossos corações.
Verão,
Apesar da solidão.
Verão,
Apesar da solidão.
[Feita em: 09/08/2010]
sábado, 4 de setembro de 2010
SEM SENTIDO(Lucas Rochas §iquilho)
Tudo mudou
Mas eu não sei o que aconteceu.
A vida mudou
E eu já não sei se isto aqui é meu.
A terra tremeu
E deixou tudo fora do lugar.
O tempo se foi
Não avisou se o mundo vai parar.
SEM SENTIDO
Sem sentido fiquei
Atordoado com a situação
A natureza morreu
As ondas vinham em toda direção.
O apocalipse chegou
O inverno virou verão,
O cego precisou ver para crer
Que a justiça não está mais em nossas mãos.
SEM SENTIDO
Pais que matam filhos,
Filhos que matam pais.
O ser humano sucumbiu
Para onde vamos não sabemos mais
A esperança ruiu
A felicidade não existe mais.
SEM SENTIDO
SEM SENTIDO
PARA QUE SENTIDOS?
EU TENHO SENTIDO...
O MUNDO ESTÁ PERDIDO.
É TUDO SEM SENTIDO.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Sem Mim (Lucas Rochas Siquilho)
Porque tem que ser assim?
Não acreditastes no fim?
Porque me fazer chorar?
Jogando no lixo os momentos bons,
Os sorrisos, as emoções?
Acabou, não tem mais jeito.
Meu amor virou o teu defeito
Como é grande a frustração.
Acabou, não tem mais volta.
É o fim da nossa história.
E o ínicio de uma nova estação...
SOLIDÃO.
Destruiu minha confiança,
Por isto não aceito o teu perdão.
Simplesmente não tem volta,
Gastastes toda sua saliva em vão.
Sinto muito,
Mas terá que aceitar o fim.
Aprender a viver sem mim.
Aprender a viver sem mim.
Feito em: 21/08/2010.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Boomerangue[Lucas Rochas Siquilho]
Às vezes o que era pra ser,
Já não é mais.
E tudo que você sente
Não te satisfaz.
Às vezes procuro palavras,
Motivos, explicação.
Mas não passa de tempo perdido,
Me diz, qual é a razão?
Sei que errei, admito.
Não lhe dei todo carinho,
Não cumpri o prometido.
Tentei ao máximo ser sério,
Apenas tentei.
Busquei ser sincero como nunca havia sido
E mais uma vez, não consegui.
Como me redimir?
Com quem me aconselhar?
Como um boomerangue,
Lançar-te-ei estas palavras aos céus.
Sei que não será suficiente,
Mas pacientemente aguardarei,
Pois sei que outrora este boomerangue há de voltar,
Trazendo consigo o teu perdão, o teu sorriso.
Fazendo meu coração se acalmar.
Provando que nunca agi querendo te magoar.
[Feito em: 18/08/2010]
[Horário: 13h18min]
Este texto foi feito em homenagem à Edi Mendes.
Cheiros.
fuiz
domingo, 15 de agosto de 2010
Verdades[Lucas Rochas Siquilho]
Faça do meu colo teu ninho
E do meu tolo coração o teu lar.
Que o meu destino seja a tua predestinação,
E o meu sorriso, um whisky a te embriagar.
Que os erros do passado,
Não nos acometam no futuro,
E que as dúvidas do presente,
Honrem as nossas escolhas,
Evitando que nossas vidas limitem-se a uma ampolha.
Não façamos da areia a cair a nossa angústia,
E dos nossos desejos mais omissos nossa frustração.
Admita o erro que tenha cometido,
Consertando-o.
Não limite-se a explicações,
Não deixe a emoção sobrepor a razão,
Não deixe a mentira afogar a verdade.
feita em: 08/2010.
sábado, 7 de agosto de 2010
Can Be (Lucas Rochas Siquilho)
Eu entrei pela saída,
Desdenhei da minha sorte.
Eu baguncei a minha vida,
Sacaneei a dona morte.
Eu brinquei de ser poderoso,
Eu fiz da água, puro fogo.
Do meu velório um carnaval,
Do vinho, o sangue,
E de mim, um ser imortal.
Pode ser.
Eu entrei pela saída,
Desdenhei da minha sorte.
Eu baguncei a minha vida,
Sacaneei a dona morte.
Can be.
Pode ser.
Surfei no centro de um maremoto,
Voei com Ícaro sem remorsos.
Transformei meus sonhos em realidade,
Pode não ser assim, mas pode ser verdade...
Can Be.
Can Be.
Pode ser.
Tudo pode acontecer,
Basta você sonhar e querer.
Nada é impossível!
Nada é impossível!
Can Be.
Can Be.
Pode ser.
Escrito em: 26/06/2010 às 21h12min
Revisado em: 08/08/2010
sábado, 24 de julho de 2010
Meu jeito (Lucas Rochas *†§iquilho†*)
Eu vou adaptar
Deixar bem do meu jeito.
Mostrar que sou capaz
De conquistar respeito.
Vou fazer o que me convir
Na minha vida é assim,
Tem que ser do meu jeito.
Não adianta vir pra colocar defeito.
Eu não vou acreditar.
Eu vou adaptar,
E deixarei tudo melhor
Com o meu jeito de ser.
Reconheço o pormenor,
Mas vou pagar pra ver.
Vou fazer o meu melhor
Conquistar sem me esquecer
Que nesta vida é bem melhor
Fazer por merecer.
Início: 17/11/2009 - 22h58min
Finalizada em: 30/03/2010 - 14h44min
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Carpe diem [Lucas Rochas §iquilho, 04/11/2009 – 18:21]
Carpe diem [Lucas Rochas §iquilho, 04/11/2009 – 18:21]
Poemas caretas, atitudes suspeitas.
Tudo isto não me agrada
Por isto minha vida rejeita.
Vivo sem roteiro,
E as coisas acontecem como balas perdidas em um tiroteio.
Sem um alvo certo para acertar,
Sem direção a chegar,
Mas indo a algum lugar.
Assim eu aprendi a me esquivar.
Assim eu aprendi a me guiar.
É, eu vivo assim:
Sem roteiro, enredo ou folhetim.
E sempre sem pensar no fim.
Não, não vou pensar no fim.
Eu vivo o Carpe diem.
Eu vivo o Carpe diem.
Cada momento pode ser o último
Mas sempre será o primeiro para mim.